Quem se casou com Delfina Ortega Díaz?

Porfirio Díaz se casou com Delfina Ortega Díaz .

Delfina Ortega Díaz

Descrição em Português não encontrada, só temos uma descrição em inglês:

Delfina Ortega Díaz (October 20, 1845 – April 8, 1880) was the first lady of Mexico, as Porfirio Díaz's niece and first wife. She married him in 1867. They had seven children, of which two survived, Porfirio Díaz Ortega and Luz Victoria Díaz Ortega.

She died in 1880 from complications of childbirth and was survived by Porfirio.

 
 
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Porfirio Díaz

Porfirio Díaz

José de la Cruz Porfirio Díaz Mori (Oaxaca de Juárez, 15 de setembro de 1830 — Paris, 2 de julho de 1915) foi um militar e político mexicano, Presidente da República em três períodos políticos. Díaz, veterano da Guerra da Reforma e elevado à patente de general, moveu o Exército contra o Imperador Maximiliano I em 1867, estabelecendo um regime político de mais de três décadas - o chamado Porfiriato.

As políticas de Díaz promoveram estabilidade política e modernização ao país, algo que ainda não havia sido esboçado pelos governos anteriores, dando origem ao termo "Paz porfiriana" (amplamente empregado pelos historiados em referência a este período). Além disso, Díaz implementou estratégias de repressão ao opositores de seu regime e, principalmente, contra os adversários políticos durante os processos eleitorais. Provavelmente foi um ano de muitas conquistas para Porfirio

A postura ditatorial de sua doutrina política, conhecida como Porfirianato, entrou em conflito com os interesses das massas, degradando-lhe a imagem pública. No período de 1880 a 1884, Díaz esteve afastado do cargo presidencial, porém manteve-se ainda como figura política de grande influência.

Em 1908, Díaz afastou todos os possíveis concorrentes à Presidência nas eleições futuras, gerando grande antipatia por parte da população. Este fato somado às crescentes exigências de melhores condições no cenário rural foi um dos motores da Revolução Mexicana. Em 25 de maio de 1911, Díaz foi deposto por Francisco Madero, um dos líderes do movimento revolucionário, e exilou-se em Paris, onde faleceu quatro anos depois.

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