Quem se casou com Branca I de Navarra?

João II de Aragão se casou com Branca I de Navarra .

Martim I da Sicília se casou com Branca I de Navarra .

Branca I de Navarra

Branca I de Navarra
Para outras pessoas com este nome ver Branca de Navarra (desambiguação).

Branca I de Navarra (em castelhano: Blanca; Pamplona, c. 1385 — Santa María la Real de Nieva, 3 de abril de 1441) foi rainha soberana de Navarra de 1425 até sua morte. Pertencente à Casa de Évreux, era filha de Carlos III, o Nobre, a quem sucedeu, e de Leonor de Castela.

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João II de Aragão

João II de Aragão

João II (Medina del Campo, 29 de junho de 1398 – Barcelona, 20 de janeiro de 1479), apelidado de "o Grande" e "o Sem Fé", foi o Rei de Aragão e das Coroas Aragonesas de 1458 até sua morte, além de Rei de Navarra a partir de 1425 em direito de sua esposa a rainha Branca I. Era filho do rei Fernando I de Aragão e sua esposa Leonor de Albuquerque.

Dominado por sua segunda esposa Joana Henriques, maltratou os filhos de Branca I de Navarra. Quando em 1452 nasceu seu filho Fernando, Joana passou a pressionar o rei para deserdar o primogênito, príncipe Carlos de Viana, filho de Branca, e nomear seu filho como sucessor.

A oposição a este rei se deve a seus pleitos com o filho Carlos de Viana que, despojado do reino, se refugiou na corte de seu tio Afonso IV em Nápoles, o qual o nomeara, em seu testamento, sucessor de João. Morto o rei Afonso, Carlos refugiou-se em Maiorca. João II desejava casá-lo com Isabel de Castela, mas o desembarque de Carlos em Barcelona, entusiasticamente recebido, fez com que o pai o mandasse prender em 1460. Foi tal a indignação na Catalunha que a Generalitat, dado que o rei não cumprira as leis, exigiu do rei a nomeação de Carlos de Viana como herdeiro. A Generalitat se enfrentou militarmente ao rei, que capitulou em fevereiro de 1461, deixando o filho em liberdade e assinando seu reconhecimento em 21 de junho de 1461. Em 23 de setembro de 1461, porém, o príncipe Carlos de Viana morreu de um "mal de costado" (nome dado à pleurisia). Os catalães, indignados, ofereceram a coroa ao rei francês Luís XI, que a recusou.

Em 1462 aconteceu a revolta dos remençes ou agricultores em terras de propriedade alheia. A Generalitat enfrentou a revolta e o rei se posicionou contra a Generalitat, solicitando ajuda ao rei francês mediante pagamento de 200.000 escudos e a cessão dos direitos reais sobre o Rossilhão e a Cerdaña. As tropas francesas invadiram, tendo início uma guerra civil entre o rei e a Generalitat. A Generalitat ofereceu a coroa ao rei de Castela Henrique IV, que a conservou um ano (1462-1463). As cortes catalãs elegeram então rei de Aragão D. Pedro de Portugal, Condestável de Portugal, filho do regente, infante D. Pedro e neto do Conde de Urgel, que partencia à família real aragonesa por sua mãe Dona Isabel de Aragão, filha de Don Jaume ou Jaime II, Conde de Urgel, pretendente ao trono. Pedro de Portigal tomou posse do condado em 21 de janeiro de 1464 mas morreu em Granollers em 29 de junho de 1466 de modo suspeito, antes de ter consolidado a sua posição. A comitiva fúnebre que transportou o corpo para Barcelona era presidida por Mossen Francesc Colom. Pedro de Portugal era escritor de mérito, a quem se atribui a autoria de muitas obras.

A coroa foi a seguir oferecida a Reiner, René ou Renato de Anjou, antigo pretendente à coroa de Nápoles, irmão de Luís de Anjou, um dos que disputaram a sucessão de Don Martín. Embora cego e com 70 anos, René aceitou e mandou a Barcelona seu filho João, Duque de Lorena, tomar posse em seu nome como lugar-tenente geral do principado o que foi realizado em 31 de agosto de 1467.

Em dezembro de 1469 João morreu em Barcelona. O rei Renato infringiu derrotas ao rei João II e a seu filho Ferran ou Fernando (futuro Fernando II) mas morreu, por sua vez, em 1480. Em dez anos a coroa da Catalunha-Aragão tinha passado por quatro reis!

Na guerra entre o rei João II e a Generalitat em 28 de fevereiro de 1465, em Gelida, na vitória real, foi aprisionado Rodrigo de Bobadilla, que combatia pelo rei, e que mais tarde tanto teria a ver com Colom (os Colom lutavam pela Generalitat). Os catalães recusaram reconhecer João II até 22 de dezembro de 1472, dia em que fez sua entrada solene em Barcelona, onde jurou e confirmou solenemente os foros da Catalunha. A paz fora acordada em 16 de outubro de 1472. Jurando as Constituciones, aprovava-se a atuação da Generalitat. O Rossilhão e os territórios cedidos à França, porem, só seriam recuperados em 1493.

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Branca I de Navarra

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Martim I da Sicília

Martim I da Sicília

Martim I da Sicília, cognominado o Jovem (1376 - Cagliari, 25 de julho de 1409), foi rei da Sicília (ou de Trinacria) de 1392 até sua morte.

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Pai de Branca I de Navarra e suas esposas:

Mãe de Branca I de Navarra e seus cônjuges: